<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456</id><updated>2011-04-21T15:54:58.132-07:00</updated><title type='text'>outrolado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-116220567126484394</id><published>2006-10-30T02:47:00.000-08:00</published><updated>2006-10-30T02:57:45.346-08:00</updated><title type='text'>Jornalismo cidadão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O jornalismo faz parte das nossas vidas. Onde quer que estejamos, o que quer que façamos, estaremos a escrever uma página da História, mesmo que seja somente “a nossa história”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Falar da História do jornalismo não faria sentido se não abordássemos a História da Comunicação. Recuando no tempo, à altura mais remota que possamos supor, o Homem começou a comunicar a partir do momento em que expressou as suas vivências. Com a fala, principiou todo um processo comunicativo, de partilha de ideias e interesse pelas novidades que os nossos antepassados estariam longe de imaginar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de milhares de anos o Homem evoluiu, aperfeiçoou-se, aumentou o seu interesse por si e pelo mundo que o rodeia; aumentou o desejo de saber mais e melhor, de saber o que se passa onde, quando, como e porquê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, e já perspectivando uma sociedade profusamente cibernética, falamos da Era Digital. A Internet, inicialmente criada para fins estratégicos, invadiu a vida de milhões de pessoas e tem alterado a par e passo a forma como o mundo evolui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Internet veio abrir caminho para a tão falada “aldeia global” de McLuhan.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Usada para trocar informação ou tão só para estabelecer relações de amizade, a verdade é que esta ferramenta (se é que assim lhe podemos chamar), revolucionou os moldes comunicacionais a que estávamos habituados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, a Internet veio despoletar um fenómeno crescente que certamente estaria por esta altura ainda adormecido se não existissem as novas tecnologias. Falo, em particular, do jornalismo cidadão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O modelo emissor-receptor em que a “moldura humana” esperava passivamente pela informação, começa a dar lugar a um esquema comunicacional recíproco, com os cidadãos a tornarem-se num agente interventivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas, estudiosos ou simples anónimos envolvem-se agora numa discussão sobre o aparecimento deste conceito de citizen journalism e sobre as implicações que o seu desenvolvimento pode vir a ter.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais, a questão que se impõe é: como é que a sociedade, até há bem pouco tempo encarada como um corpo fluido, assume um novo papel no modo como a informação é produzida?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar deste crescendo de preponderância do cidadão comum, poder-se-á falar efectivamente de um jornalismo cidadão?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estará o jornalismo da velha guarda disposto a abdicar do seu tradicional papel?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São já vários os que tentam responder a estas e outras questões.&lt;br /&gt;Para alguns estudiosos, a participação dos cidadãos no jornalismo é ainda irrelevante do ponto de vista da valorização de conteúdos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo à sua disposição, meios para intervir, as pessoas continuam a optar pela atitude do “sentado no sofá”, à espera que as novidades cheguem até si. O que fazem depois? Criticam. Assumem-se como críticos do trabalho que é produzido; como revisores prontos a apontar o dedo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade cada vez mais mediatizada e ofuscada pelo sensacionalismo e fait-divers, ao cidadão comum interessa encontrar uma forma de julgar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Partir ele próprio “à procura do acontecimento” seria uma tarefa demasiado trabalhosa.&lt;br /&gt;Até que perceba que pode usar as novas ferramentas para algo mais vasto e enriquecedor do que um simples “isto é uma vergonha”, tem todo um caminho a desbravar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lemann, “o jornalismo dos cidadãos ainda é um boletim de paróquia, com conteúdo dos Media que criticam”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, para uma longa corrente, acontece exactamente o oposto. Os cidadãos deixaram de ser participantes a posteriori para serem voz activa a priori. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A proliferação de conteúdos Web ou a criação de blogues conferiram, “a quem está em casa”, a oportunidade de dar a conhecer o que sabe, o que pensa, o que vive.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que nem tudo seja notícia ou passível de percorrer o horizonte como tal, o cidadão tem o direito e até o dever de contribuir para uma maior diversidade e veracidade de conteúdos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado a Internet (falando neste caso concreto) ajuda à difusão a um escala global; por outro, este choque tecnológico tem conduzido a uma vida cada vez mais complexa. Paulatinamente, torna-se impossível ao jornalista estar à hora exacta, no local certo, em qualquer parte a cobrir o acontecimento x, y ou z. Poder-se-á pensar que freelancers ou correspondentes são suficientes. Mas não estará o cidadão que acaba de ver um acidente à sua frente, mais do que ninguém, preparado e munido das ferramentas necessárias para relatar o que aconteceu?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dan Gillmor, na obra Nós, os Media, lança-nos uma análise sobre o jornalismo cidadão.&lt;br /&gt;Gillmor usa a metáfora do orador-plateia para dizer que o jornalismo cidadão transforma a expressão da informação num diálogo, numa troca.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“O antigo público tem o papel mais importante nesta nova era: os cidadãos têm de ser utentes activos das notícias, não meros consumidores”. “Tem de exigir melhor e tomar parte numa conversa mais alargada”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acontecimentos como os atentados ao World Trade Center, o tsunami na Indonésia ou os atentados no metro de Londres só vêm comprovar a importância das pessoas, dos que vivem na primeira pessoa o acontecimento, dos que estão literalmente “em cima do acontecimento”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gillmor fala-nos, também, de outros casos. Um deles reporta-nos para um país tão em voga nos últimos tempos – o Irão.&lt;br /&gt;Como é sabido, este país, até pela sua própria localização geográfica, segue um conjunto de “princípios” orientais. Liberdade de pensamento ou de expressão são direitos amordaçados em território iraniano. Todavia e porque em qualquer ditadura há revelias (mesmo que ocultas), o povo iraniano encontrou, também ele, na Internet e nos blogues uma forma de expressar-se.&lt;br /&gt;Actualmente, existe o chamado persianblog que constitui uma verdadeira fuga de um povo oprimido. Através das novas tecnologias, o controlo sobre os media torna-se mais difícil de garantir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém, o poder tecnológico vai para além da liberdade de expressão dentro do país. A explosão da blogosfera abriu as portas do Irão ao resto do Mundo.&lt;br /&gt;Gillmor fala-nos precisamente disso. “A 10 de Dezembro de 2003, milhares de iraquianos marcharam pelas ruas de Bagdad para protestar contra as bombas colocadas pelos insurrectos”. A partir daí, em diferentes blogues, os próprios iranianos começaram a relatar os acontecimentos e o seu quotidiano, destacando-se particularmente Zeyad. Zeyad explicava de forma tão perceptível o que presenciava ao ponto de muitas pessoas consultarem o seu blogue antes mesmo de verem a CNN ou a BBC.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Pela primeira vez na História Moderna, o utilizador está no comando, como consumidor e como produtor”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo dado por Dan Gillmor é o de Rex Hammock que, a 19 de Fevereiro de 2004, foi introduzido no Old Executive Office Building, em Washington. Hammock debateu com o Presidente Bush sobre variadas questões económicas. À partida, esta história não teria nada de especial, não fosse o facto de Hammock ser cidadão jornalista “nos tempos livres” e de ter publicado informações sobre essa tal reunião que, supostamente, era “à porta fechada”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quebrar as barreiras do sigilo é, aliás, outra questão de que Gillmor trata. “Excluir os media dos acontecimentos pode já não querer dizer muito”.&lt;br /&gt;De facto, ao considerar o “cidadão anónimo” como jornalista e veículo de informação, corre-se o risco de simplesmente o código de silêncio deixar de existir. Tudo se poderá saber. Ficará à consciência de cada um.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar deste tipo de perigo, Gillmor considera importante a participação cívica, chegando mesmo a apelidar este facto de “um dos mais saudáveis melhoramentos nos media desde há muito tempo”.&lt;br /&gt;“O cidadão jornalista traz variedade, sai do lugar comum e revela ângulos diferentes.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora aborde desta forma a questão, Gillmor não deixa de levar a reflexão mais longe, falando do papel das forças governamentais e da sustentabilidade do modelo de jornalismo cidadão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além dos mais cépticos e conservadores, a expansão do jornalismo cidadão corre o risco de ser comprometida pelos próprios Governos e sociedades económicas com elevado interesse em que a estrutura habitualmente vigente se mantenha. Permitir o fluxo comunicacional a alto nível poderá constituir um perigo para os modelos de negócio que dominam a difusão de informação.&lt;br /&gt;O modelo de citizen journalism é sustentável quando praticado gratuitamente?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em alguns países, nem a carteira profissional é exigida. Ora isso pode constituir um perigo para a prevalência da essência do jornalismo.&lt;br /&gt;Qualquer um pode então fazer jornalismo? Ou, pelo menos, contribuir para tal sem pedir nada em troca?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras de Dan Gillmor: [a business model can’t say: “You do all the work and we’ll take all the Money, tank you very much”. There must be clear incentives for participation, and genuine incentives require resources.]&lt;br /&gt;Por outro lado, colocar totalmente de parte a possível ajuda de um “comum” estará correcto? Deverá o jornalismo viver numa espécie de redoma de vidro em que simultaneamente busca a sua matéria-prima no cidadão comum e ignora diversos aspectos que este lhe pode oferecer?&lt;br /&gt;Citando Manuel Pinto, podemos dizer que: “a cidadania está para o jornalismo, assim como o zumbido está para o moscardo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas devem trabalhar em conjunto com os cidadãos. Esquecer o seu método? Não! Pôr de parte a verificação da veracidade, da justiça ou da rectidão, ignorando o código deontológico? Não!&lt;br /&gt;O que os “profissionais da informação” devem fazer é extrair aquilo que a audiência lhes pode dar. Confirmá-lo e aproveitá-lo para enriquecer as notícias, para aperfeiçoar a informação que divulgam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas e cidadãos não precisam de embandeirar em arco propósitos diferentes. Muito pelo contrário. Podem ser as duas faces da mesma moeda.&lt;br /&gt;Manuel Pinto fala-nos da arrogância no jornalismo, a que chama “um pecado capital”.&lt;br /&gt;M.P. refere que “a qualidade do jornalismo depende em grande medida da acção e do modo de estar dos media. Mas depende em grau não menor do escrutínio público.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No seu entender, os media devem estar receptivos à abordagem pública. De outra forma, o cidadão poderá recuar e inibir-se de apresentar a realidade que conhece e que pode ser útil para a construção da realidade dos demais. “À arrogância dos media pode corresponder uma simétrica arrogância dos cidadãos.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já Rupert Murdoch acredita que a evolução do conhecimento leva a que o poder da informação se esteja a escapar das mãos dos jornalistas enquanto Driscoll, ex-chefe do Bóston Globe vê esta partilha como uma oportunidade de obter informação, seja de que tipo for (“estamos a ampliar a definição do que são notícias, quando vistas pela perspectiva das pessoas comuns que têm experiências de vida, qualquer coisa para partilhar. É informação, seja qual for a maneira como a encararmos”).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;À parte qualquer consideração teórica sobre o tema, podemos nós mesmos debruçar-nos sobre o assunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ser jornalista é caminhar em pé de igualdade com as outras pessoas em busca da informação? Não é ter um estatuto singular? Qualquer um, só porque é uma pequena peça do grande puzzle que é o mundo e a sua dinâmica, pode considerar-se jornalista?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, ser jornalista, ver delegadas em si as funções de eduzir o que é notícia e transmiti-lo, implica competências que vão muito para além da simples vivência quotidiana. Se qualquer um pode estar apto para captar os alertas externos, para ter “o faro jornalístico”, para exercer a profissão de jornalista na real ascensão da palavra, é preciso delapidar essas proficiências. De outro modo, todos podíamos ser arquitectos ou designers. Porque todos temos opinião sobre tudo. No entanto, isso não faz de nós especialistas. Usando uma expressão tão popular, “cada macaco no seu galho”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Considerar que somos todos jornalistas seria deitar a perder a estrutura jornalística. Reflictamos. Se qualquer um “despejasse” informação a seu bel-prazer, perderíamos a noção do que é importante ou, pelo menos, ficaríamos privados de um fio condutor que todos os dias nos facilita a construção da tal realidade de que anteriormente falei. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É certo que por diversas vezes, o cidadão pode estar numa situação privilegiada (caso dos atentados) que lhe permite ver in loco o que aconteceu. Isso facilitará a produção do trabalho jornalístico. O jornalista terá na testemunha um aliado para construir com maior exactidão o relato do sucedido. Mas dizer que com o despoletar deste jornalismo cidadão, o jornalismo que acompanha as nossas vidas deixará de existir parece-me ser ilusão dos mais visionários.&lt;br /&gt;A confluência entre a informação dos cidadãos e as competências dos jornalistas sempre existiu. Afinal de contas, onde é que o jornalista busca a informação? Não é nas fontes? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que está a acontecer é que as novas tecnologias tornaram o mundo num enorme livro aberto em que cada um pode escrever, nem que seja para deixar um pequeno comentário ao que passa diante dos seus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;À distância de um clique, temos a possibilidade não só de consultar como sermos nós próprios “fazedores” de blogues ou sites (por exemplo). Os vídeos que até então apenas víamos em casa entre amigos, ou as fotografias que meia dúzia de pessoas que conhecemos pede para ver, podem agora ser disponibilizados a alguém que está no outro canto do mundo. Os fluxos comunicacionais tomaram proporções gigantescas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na Internet, expostos a tanta informação que pode ir do “excelente” ao “perigoso lixo”, caber-nos-á ter o discernimento para distinguir o útil do acessório, o real do falacioso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muito provavelmente, daqui por algum tempo, ser-nos-á difícil perceber se um determinado trabalho que chega até nós foi elaborado por um jornalista ou por um “amador”. Mas tudo resume-se a uma questão de consciência crítica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo não estando directamente relacionado, podemos falar das situações de trabalho de pesquisa. Quando procuramos algo, nem tudo o que encontramos é matéria profícua. Necessitamos de separar o que realmente nos interessa e ter a noção exacta de que o nosso trabalho não fica por aqui. É ainda forçoso verificar a sua veracidade. No fundo, fazemos um pouco o trabalho de gatekeeper, à semelhança do jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As novas tecnologias podem e devem ser usadas para facilitar a comunicação entre cidadãos e jornalistas e para torná-la na união perfeita (tanto o quanto possível) de duas mãos. Usá-las para tomar de assalto outro posto que não o seu, só comprometerá a função básica de informar e colocará, possivelmente, numa situação delicada quem tem a ousadia de fazê-lo. Não só porque constituirá uma alternativa muito pouco viável à “arte de informar”, como anteriormente citei, mas também porque se traduzirá num risco para o cidadão. Problemas de ordem ética, de segurança física, moral e jurídica podem ser levantados. O facto do cidadão arrecadar o papel principal sem duplos pode levá-lo a “quedas” de última hora; pode levá-lo a entrar por um complexo labirinto de dificuldades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quer isto dizer que no que toca à produção das notícias o cidadão deve permanecer inerte? Não! O que considero é que tem o dever de ajudar o jornalista mas que o papel final cabe sempre ao último. É ele que tem de trabalhar a informação. O cidadão ou aquilo que possa ter para oferecer nunca deixará de ser fonte. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O jornalista insere-se nesta aldeia global e surge como figura sem a qual, irremediavelmente, não vivemos. O jornalista dá-nos uma construção parcial de uma realidade. O cidadão, cada vez mais, pode dar-lhe fragmentos dessa realidade percepcionada. Juntos, podem caminhar pela simplicidade e pelo entusiasmo que o jornalismo, enquanto profissão intimamente ligada à nossa existência, nos tem para oferecer; unidos em papéis opostos que se complementam.&lt;br /&gt;O jornalismo tradicional não deixará de existir. De outra forma, perderia a designação de “jornalismo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Posso estar redondamente enganada. O tempo mo dirá. Por agora, resta-me esperar que cada um “descole” do sofá, que sinta que a sua voz, apesar de tudo, é importante. Sintamos, como diria Gillmor, “o poder de numerosos olhares”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referências bibliográficas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Livros&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GILLMOR, Dan, &lt;em&gt;Nós, O Media&lt;/em&gt;, Editorial Presença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TADDEI, Roberto Romano, FOSCHINI, Ana Carmen, &lt;em&gt;Você faz a notícia&lt;/em&gt;, Colecção Conquiste a Rede - jornalismo cidadão, Brasil&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Internet&lt;/strong&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.jppereira.com/engrenagem/?s=jornalismo+cidad%E3o"&gt;http://www.jppereira.com/engrenagem/?s=jornalismo+cidad%E3o&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://webjornal.blogspot.com/"&gt;http://webjornal.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://webjornal.blogspot.com/"&gt;http://webjornal.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-116220567126484394?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/116220567126484394/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=116220567126484394' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/116220567126484394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/116220567126484394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/10/jornalismo-cidado.html' title='Jornalismo cidadão'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-115978726698028008</id><published>2006-10-02T04:06:00.000-07:00</published><updated>2006-10-02T04:07:46.990-07:00</updated><title type='text'>Crítica ao Diário de Notícias</title><content type='html'>Tal como outros órgãos de comunicação social, o Diário de Notícias apostou na sua edição online. No entanto, o investimento efectuado, mesmo que monetária e estruturalmente possa ser elevado, em termos produtivos revela-se pouco frutífero.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logo após o primeiro contacto com a página, o que ressalta é a sua fraca ousadia gráfica. Isto é, se o título consegue manter a forma e o tipo usados no formato papel, o resto deixa bastante a desejar. O seu design é pobre, seguindo a linha básica do “chapa-texto”, e possui um fundo branco linear, sem qualquer jogo de cores e com a agravante das caixas que rodeiam as notícias serem monótonas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quanto à estrutura da página propriamente dita e à disposição do seu conteúdo, a situação não se revela mais animadora. Na página inicial apenas podemos encontrar uma notícia principal que, por sinal, não se encontra muito desenvolvida e, para aceder ou, pelo menos para visualizar (e por isto entenda-se, ler o lead) as restantes, a única possibilidade é consultar uma barra com diferentes tópicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para completar o “esquema” adoptado, a multimedialidade é característica quase ausente do site.Apenas podemos observar imagens estáticas (fotos), sendo impossível ter acesso às notícias de outra forma que não a leitura simples do texto. Ora sendo, pelo menos à partida, propósito de uma edição digital colmatar algumas deficiências de uma edição em papel e fazer uso de técnicas mais atractivas e, por vezes até mesmo, esclarecedoras para captar a atenção do leitor, seria imperioso prestar ou delegar maior cuidado neste aspecto. Colocar registos áudio, vídeos, links ou gráficos seria uma mais-valia e não um suplemento excessivo do que poderá ser a sua apresentação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, não é permitido ao leitor interagir, dar a sua opinião ou sugestão. Os únicos aspectos que podemos considerar positivos são o de ser possível enviar a notícia para outra pessoa e consultar edições anteriores (muito embora isso seja prática corrente nas edições digitais de outros órgãos).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quanto à instataneidade, nem sequer é feita referência à actualidade da notícia. É certo que sabemos, até porque isso é-nos dito, de que se trata das notícias do dia, mas ficamos por conhecer o seu desenvolvimento ou novas notícias no decorrer do mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podiamos aprofundar a abordagem ao site, referindo, por exemplo, a questão da inclusão de spots publicitários no mesmo. Todavia, esse assunto necessitaria de um debruçar mais alongado, até porque o Diário de Notícias não é o único em que isso acontecesse. Já para não falar de que teriamos de considerar toda uma séria de factores, incluindo a própria conjectura nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-115978726698028008?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/115978726698028008/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=115978726698028008' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/115978726698028008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/115978726698028008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/10/crtica-ao-dirio-de-notcias.html' title='Crítica ao Diário de Notícias'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-115918006816947582</id><published>2006-09-25T03:19:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T03:41:59.856-07:00</updated><title type='text'>Os melhores sites de jornalismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Escolhidos os nomeados para melhor site jornalístico em diferentes categorias, chegou a hora de atribuir um vencedor para cada uma, justificando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira categoria em análise é: “general excellence online journalism”. Aqui, o meu preferido é o USA Today. Para tal escolha, e tendo em consideração os parâmetros definidos (design, usabilidade, multimedialidade, interactividade e hipertextualidade), as conclusões tiradas foram várias: no geral, o USA Today é o que reúne maior linearidade entre as características, isto é, não é magnífico em todas, mas no contexto, pela qualidade razoável do que põe ao nosso dispor, merece a minha distinção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao segundo em análise, Breaking News, a minha preferência vai para a CNN por considerar que joga habilmente com o impacto visual e, quer queiramos quer não, o primeiro contacto que temos com a página é crucial no interesse que possamos ter pelo seu conteúdo. De referir que, no meu entender, as imagens foram muito bem escolhidas. No entanto, confesso que, ao analisar o conteúdo propriamente dito, a sua explanação não é de qualidade muito acima dos restantes analisados. Conclusão: deixei-me efectivamente influenciar pela imagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No “Outstanding use of multiple media”, a preferência remete-se para MSNBC. Neste caso, para a decisão, pesaram a boa multimedialidade e design. Muito mais de que um texto pesado, a apresentação de imagens sequenciadas e as imagens vídeo que nos possibilitam ver, permitem-nos ter uma percepção dos acontecimentos. Aqui, especificamente, as imagens valem mais do que as palavras, pelo menos no que toca à tomada de consciência das consequências do furacão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por último, analisando os sites de estudantes de jornalismo, escolhi o Chasing Crusoe. O que me levou a tomar partido por este foi a sua originalidade.”À primeira vista”, revelou-se diferente do que estava à espera. Analisando-o atentamente, pude concluir que graficamente está bem concebido assim como em termos de contextualização do tema. Como nota negativa (porque o facto de o ter escolhido não sgnifica que o considere excelente) aponto a usabilidade um pouco abaixo do desejável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para consultar os sites referenciados ver&lt;/strong&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.usatoday.com/"&gt;http://www.usatoday.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://dropbox.turner.com/awards/"&gt;http://dropbox.turner.com/awards/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://risingfromruin.msnbc.com/stories.html"&gt;http://risingfromruin.msnbc.com/stories.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.rcrusoe.org/"&gt;http://www.rcrusoe.org/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-115918006816947582?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/115918006816947582/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=115918006816947582' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/115918006816947582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/115918006816947582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/09/os-melhores-sites-de-jornalismo.html' title='Os melhores sites de jornalismo'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-114785734632884834</id><published>2006-05-17T02:12:00.000-07:00</published><updated>2006-05-26T04:05:19.423-07:00</updated><title type='text'>Poeta Castrado.Não!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/desenho%20a%20preto%20e%20branco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/320/desenho%20a%20preto%20e%20branco.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; “Poeta Castrado Não!” – Era assim que José Carlos Ary dos Santos se auto-denominava. “Um poeta de combate, disparate, fulgurante demais para alguns olhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao recordar o seu nome, a imagem que surge é a do Festival da Canção já que com os seus poemas para canções sagrou-se vencedor por várias vezes. Daí que seja natural que as recordações que a maior parte das pessoas têm sobre si estejam associadas à música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Contudo, a vida e o legado cultural de Ary vai muito além disso. Ary foi um poeta que tirou partido da sua capacidade de escrita para intervir nos vários sectores da sociedade. A política foi aquele ao qual dedicou a maior parte do seu tempo muito embora a sua antologia poética inclua vários poemas onde é notório um cunho amoroso implícito. A perda prematura da mãe (faleceu quando Ary era ainda adolescente) pode ser considerada um factor decisivo para tal “inclinação”.&lt;br /&gt;   Ary dos Santos pertencia a um meio privilegiado, a burguesia, mas isso não foi sinónimo de felicidade e tranquilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A vida que levou pautou-se pela instabilidade (da qual a parte familiar não foi adjuvante para o seu equilíbrio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    No entanto, essa mesma instabilidade não foi só causada pelo meio que o rodeava, pelas pessoas que com ele conviviam e contribuiam para a sua formação como pessoa. A crise que atormentava o seu interior foi, em grande parte, fruto do seu temperamento combativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Na época em que viveu, Portugal estava sob a sombra de um regime ditatorial – o Estado Novo. E Ary dos Santos, apesar de ter a possibilidade de permanecer do lado dos mais fortes, optou por se juntar ao povo e lutar a seu lado contra uma situação insustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    É aí que entra a sua poesia. Cada estrofe, cada verso, servia para mostrar a raiva que sentia pela liberdade estar amordaçada, o povo entregue à miséria e os destinos do país nas mãos de homens que prendiam, torturavam, matavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Com os poemas que escreveu, Ary retratou na perfeição o regime e incitou o povo à mudança. Muitos queriam falar mas o medo era maior do que qualquer tentativa tímida de insurreição. Era preciso alguém que incentivasse os mais fracos a ganhar coragem, porque afinal de contas “a união faz a força” e “é o povo quem mais ordena”. Esse papel cabia aos intelectuais, aos que tinham consciência de que não bastava ter na mente o desejo latente de revolta (nem sequer podiam pronunciá-lo tal era a repressão), era necessário “gritar em conjunto”.Ary fez parte desse grupo de autores que contribuiu para a chamada escrita politizada, em que ousaram inovar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nem mesmo os “camaradas” que lutavam tal como ele e que, tendo menor sorte, acabaram por morrer às mãos da PIDE, foram esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;          “Homem é quem tombando apavorado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;                                              Dá o sangue ao futuro e fica ileso&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Pois lutando apagado morre aceso”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;    A sua ânsia revolucionária, o seu gérmen de opositor podem explicar o facto de em 1969 se ter filiado no Partido Comunista Português, o grande antagonista do regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Para os comunistas a ditadura deveria cair porque todos somos iguais e como tal, todos deveriam “caminhar lado a lado” e não muitos sob o comando de poucos como acontecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Essa ligação ao comunismo também não passou ao lado da sua escrita. Por diversas vezes, fez poemas em que exaltava os valores em que acreditavam e afirmava a razão pela qual “cada vez eram mais”. A relação e o amor ao comunismo era tão forte ao ponto de lhe ter deixado em testamento a maior parte dos bens que possuía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    À data da sua morte estava a preparar uma nova colecção de poemas. Não teve tempo para terminá-los mas teve, pelo menos, oportunidade de deixar uma obra que torna o seu nome irrefutável na história literária portuguesa. Mesmo que o escondam (sejamos sinceros, quantos conhecem a “profundidade” de Ary?), a verdade é que ele permanecerá como um dos grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Sites consultados:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/ary_dos_santos/ary_bio.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/ary_dos_santos/ary_bio.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.infoarte.com/cantando1/docs/Ary%20dos%20Santos.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.infoarte.com/cantando1/docs/Ary dos Santos.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pcp.pt/publica/militant/256/po2.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.pcp.pt/publica/militant/256/po2.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://resistir.info/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://resistir.info&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://users.isr.ist.utl.pt/"&gt;http://users.isr.ist.utl.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-114785734632884834?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/114785734632884834/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=114785734632884834' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114785734632884834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114785734632884834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/05/poeta-castradono.html' title='Poeta Castrado.Não!'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-114561895411485838</id><published>2006-04-21T04:19:00.000-07:00</published><updated>2006-04-21T04:29:14.116-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Google e as suas utilidades alternativas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Google, o famoso motor de busca, oferece uma série de funcionalidades, bastante úteis, e não apenas aquela que a maioria da população usa - pesquisa de textos e imagens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A utilização dessas mesmas funcionalidades permite tornar a procura mais rápida e produtiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Visto que o artigo escrito no blogue é sobre a gripe das aves, um assunto na ordem do dia, considerei serem particularmente úteis, os endereços de pesquisas de blogues e de notícias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O assunto em questão tem suscitado comentários por todo o mundo, inclusivé dos órgãos de comunicação social que de quando a quando dão novas notícias e dados a reter. Como tal, nada melhor do que ir a &lt;a href="http://www.blogsearch.google.com"&gt;www.blogsearch.google.com&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.news.google.com"&gt;www.news.google.com&lt;/a&gt; para procurar os blogues ou notícias e, de forma breve, encontrar a informação pretendida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-114561895411485838?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/114561895411485838/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=114561895411485838' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114561895411485838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114561895411485838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/04/google-e-as-suas-utilidades_21.html' title=''/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-114561753553760138</id><published>2006-04-21T03:59:00.000-07:00</published><updated>2006-05-26T05:05:33.006-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Influenz(i)a geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Gripe das aves assola a Europa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vírus H5NI, mais conhecido por gripe das aves, chegou à Europa. A Grécia foi o primeiro país a confirmar a existência do vírus, depois de terem sido realizadas análises a perus, no sudeste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar disso, a Comissão Europeia anunciou não haver razões para alarme, dado que estão a ser tomadas as medidas preventivas adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portugal é um dos países que tem cumprido com as regras estabelecidas no plano de vigilância, definido desde 1992. Entre as principais normas contam-se: a proibição da importação de aves vivas e produtos preparados na região turca; a proibição de venda de aves a céu aberto e, recentemente, a aplicação da obrigatoriedade do registo das aves domésticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os ministros tentam demonstrar que tudo está bem, ao ponto de mostrarem em público que continuam a consumir carne aviária, os mais alarmistas já avançaram com o mês de Julho como data provável para a invasão do vírus no nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo é que já se registou uma quebra nas vendas de aves, algo&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/gripe%20das%20aves.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 208px; height: 137px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/320/gripe%20das%20aves.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; que preocupa os produtores, e um aumento da procura da vacina contra a gripe, na tentativa de que se revele útil. Espera-se que as acções tomadas se revelem frutíferas ou, melhor ainda, que o vírus não seja tão mortal quanto previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Blogs&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.acores.net/blogger/view.php?id=6768"&gt;www.acores.net/blogger/view.php?id=6768&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vitorm.webhs.org/blog/?p=920"&gt;http://vitorm.webhs.org/blog/?p=920&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sites: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gripedasaves.pt/"&gt;www.gripedasaves.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agroportal.pt/gaves.asp"&gt;http://www.agroportal.pt/gaves.asp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-114561753553760138?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/114561753553760138/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=114561753553760138' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114561753553760138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114561753553760138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/04/influenzia-geral-gripe-das-aves-assola.html' title=''/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24246456.post-114259626413735965</id><published>2006-03-17T03:34:00.001-08:00</published><updated>2006-03-17T04:14:43.236-08:00</updated><title type='text'>Definições</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/phones.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/phones.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/phones.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px" height="127" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/320/phones.jpg" width="88" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5917/2511/1600/phones.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Blog&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt; é um registo na internet que nos permite, facilmente, comunicar (quer sejam assuntos sérios e passíveis de debate quer seja apenas uma forma moderna de diário, isto é, de expressar os nossos sentimentos). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aquilo que escrevemos é acessível a outras pessoas que assim poderão fazer um comentário. Por outras palavras, é como se tivessemos a possibilidade de escrever numa espécie de jornal especializado particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogs.com.br/frame/go.php?url=http://www.blogs.com.br/diretorio/jump.php?id=43424&amp;frame=1"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://www.blogs.com.br/frame/go.php?url=http://www.blogs.com.br/diretorio/jump.php?id=43424&amp;amp;frame=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://violencia.blogs.sapo.pt/"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://violencia.blogs.sapo.pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;RSS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt; É a abreviatura de really simple indication e permite-nos estar permanentemente actualizados sobre novas publicações nos sites que mais consultamos. Para isso, basta instalarmos um programa específico e, a partir daí, ele encarregar-se-á de mostrar qualquer novidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, a informação chega até nós em vez de termos de ir constantemente à sua procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://jn.sapo.pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://www.publico.clix.pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Wikis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: São páginas em que qualquer pessoa pode participar, editando-as e fazendo as alterações que quer ou, até mesmo, acrescentando páginas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E porquê? Porque não estão em segurança, isto é, em vez de ser somente o seu criador a ter acesso às possíveis alterações, todos os outros que as consultam podem igualmente “fazer parte dela”, funcionando como uma página aberta onde se pode gerar um movimento social livre, independentemente das características de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PÃ¡gina_principal"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/PÃ¡gina_principal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.iawiki.net/IAwiki"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://www.iawiki.net/IAwiki&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Podcasting&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: É uma maneira de publicar programas de áudio, vídeos e fotografias na internet. O rss irá permitir ao utilizador estar actualizado sobre novos programas e aplicações dado que serve como meio transmissor entre aquilo que se encontra guardado no servidor e o computador que estamos a utilizar. Desta forma, o utilizador poderá fazer a sua própria programação, escolhendo o que ouve. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, ele mesmo (o utilizador) pode tornar-se um “radialista caseiro”; basta possuir um equipamento básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Exemplos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://minnesotasportsradio.libsyn.com/"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://minnesotasportsradio.libsyn.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://podopera.co.uk/"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;http://podopera.co.uk/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24246456-114259626413735965?l=catiacardoso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://catiacardoso.blogspot.com/feeds/114259626413735965/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24246456&amp;postID=114259626413735965' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114259626413735965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24246456/posts/default/114259626413735965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://catiacardoso.blogspot.com/2006/03/definies.html' title='Definições'/><author><name>Cátia C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10236487772496000907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://img89.imageshack.us/img89/6889/medo4zp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
